• domingo, 19 de março de 2017

    O Futuro Juízo de Deus


    “Exultai sobre ela [Babilônia], ó céus, e vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus contra ela julgou a vossa causa” (Ap 18.20).

    “Se, de fato, é justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts 1.6-8).

    Recentemente, completei o ensino do Livro do Apocalipse.[1] Algo que realmente captou a minha atenção por todo o livro foi a ênfase nas criaturas de Deus que se regozijam e reconhecem a justiça do juízo de Deus durante toda a Tribulação e na Segunda Vinda. Por todo o Apocalipse existe um sentimento de que a intervenção do juízo de Deus na história, quando ela finalmente ocorre, já deveria ter acontecido há muito tempo. Entretanto, creio que muitos de nós freqüentemente consideramos triste o futuro juízo de Deus sobre aqueles que receberão Seus severos golpes. Mas esta não é a atitude defendida no céu quando aos crentes é declarado que se regozijem, em Apocalipse 18.20.

    O Juízo Futuro
    O apóstolo Paulo começa sua terceira epístola, a saber, a Segunda Carta aos Tessalonicenses, falando também do futuro juízo. O contexto, como em Apocalipse, é o da perseguição de seus companheiros crentes no Senhor Jesus Cristo. Diz Paulo: “Nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista de vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais” (2Ts 1.4). Estes gregos crentes estavam sofrendo por causa de sua fé, dois mil anos atrás, nas mãos dos incrédulos; todavia, eles eram fiéis ao Senhor em suportarem essas aflições. Esta passagem nos ensina que tal perseguição pelos incrédulos será, no mínimo, parte da base do futuro julgamento vindo de Deus. “Resistir a pressões presentes demonstra a justiça do futuro juízo de Deus”.[2]

    F. F. Bruce faz eco a este pensamento: “O fato de que eles estejam suportando perseguição e aflição por amor a Cristo é uma prova segura do justo juízo de Deus, que será vindicado neles e em seus perseguidores no Advento de Cristo”.[3] J. N. Darby observa corretamente que o juízo para os incrédulos estava chegando: “‘O dia do Senhor’ estava vindo do Senhor em juízo; mas Ele não estava voltando para fazer os dEle sofrerem – era para punir os perversos”.[4] Isto estabelece o cenário para o capítulo dois, quando Paulo argumenta que o dia do Senhor ainda não havia vindo.

    Paulo continua no versículo 6 ao observar que a justiça retribuidora é necessária quando Deus [dá] “em paga tribulação aos que vos atribulam” (2Ts 1.6). A mesma raiz da palavra na língua grega é usada em suas formas verbal e nominal. “Tribulação” (ou aflição) é a forma substantiva enquanto que “atribulam” (ou afligem) é a forma verbal usada como uma partícula substantivada. A forma substantivada desta raiz é a palavra usada no Novo Testamento para o termo “tribulação” e poderia ser uma referência àquele período de sete anos da história. Robert Thomas observa:

    Thlipsin é uma palavra geralmente traduzida por “tribulação”. É a sina atual dos cristãos passarem por tribulações (v. 4; 1Ts 3.4). Para o restante do mundo, entretanto, a tribulação será futura e muito maior em intensidade (Mt 24.21; cf. Ap 3.10). Em sua primeira epístola à Igreja de Tessalônica, Paulo descreveu esse período em relação à sua fonte – isto é, a ira de Deus (1Ts 1.10; 1Ts 2.16; 1Ts 5.9). Mas aqui ele fala do ponto de vista das circunstâncias que tragam as vítimas.

    Depois que o período de tribulação tiver passado, será negada, a esses causadores de problemas, a entrada no reino messiânico, o qual acolheu os fiéis seguidores de Cristo (v.5; Mt 25.41,46).[5]

    No versículo 7, que fala da Segunda Vinda como trazendo alívio, vemos uma conexão com Apocalipse 18.20 e o regozijo da criação de Deus uma vez que Ele já julgou a maldade. Vemos dois objetos de Sua ira no versículo 8: primeiro, “os que não conhecem a Deus” e, segundo, “os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus”. Estas são as fontes de perseguição para os crentes da presente era da Igreja, mas o Arrebatamento da Igreja trará alívio para todo o corpo de crentes da era da Igreja, o que também resultará no derramamento da ira de Deus sobre os que rejeitarem o Evangelho.

    Os incrédulos não experimentarão apenas a ira de Deus durante a Tribulação, pois o versículo 9 nos diz que eles também “sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder”. “É irônico que aqueles que rejeitarem a Deus receberão como punição a rejeição de Deus”, considera Michael Martin. “Isto implica em que a chamada liberdade da influência de Deus, que os rebeldes desejam, não é liberdade, mas condenação. É um banimento infernal da única e verdadeira fonte de bondade e bênção”.[6] No versículo 10, vemos que a Segunda Vinda de Cristo não apenas revelará a glória de Deus, mas servirá para Ele “ser glorificado nos seus santos e ser admirado em todos os que creram”. Esta mesma resposta é o que vemos no Apocalipse quando o céu, ou seja, anjos e crentes, maravilha-se e se regozija pelo julgamento dos habitantes da terra e pela elevação do Senhor Jesus Cristo a Seu lugar de direito para governar.

    O Julgamento é Realizado pelo Filho
    Em João 5.22-23a, Jesus nos diz: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento, a fim de que todos honrem o Filho do modo por que honram o Pai”. Esta passagem revela que, embora o Filho será o agente do julgamento na história, dentro das funções das Pessoas da Trindade, o Filho e o Pai têm o mesmo padrão de justiça porque eles são o mesmo Deus. Jesus continua, dizendo: “Porque assim como o Pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter vida em si mesmo. E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem” (Jo 5.26-27). Jesus, que é o Filho do Pai dentro da Trindade, também é o Filho do Homem e relacionado com a humanidade. Assim, como Deus-Homem, Jesus será o agente julgando a humanidade porque Ele é tanto Deus quanto Homem. Portanto, Ele será capaz de avaliar a humanidade com perfeita justiça.

    Romanos 12.19 diz: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor”. Paulo cita Deuteronômio 32.35 nesta passagem. Moisés diz no versículo seguinte: “Porque o Senhor fará justiça ao seu povo e se compadecerá dos seus servos” (Dt 32.36). Tanto em favor de Israel quanto em favor da Igreja, o Senhor tomará vingança e o fará com justiça e retidão. Em Romanos, Paulo argumenta, no capítulo 13, que os crentes deveriam geralmente obedecer às autoridades civis, porque Deus estabeleceu o governo civil como Seu instrumento, através do qual Ele toma vingança nesse ínterim – entre o julgamento do Dilúvio e o julgamento em Sua Segunda Vinda. Este é um instrumento que Ele usa para refrear o mal até a Tribulação, quando o homem da iniqüidade liderar uma rebelião cooperada contra Deus, resultando em Sua direta intervenção por toda a Tribulação e culminando no Segundo Advento.
    Conclusão

    A Bíblia ensina que uma das maneiras através da qual podemos demonstrar nossa confiança em Deus e em Seu plano para a história é permitindo que Ele tome conta dos males que experimentamos durante toda a nossa vida no processo de servir ao nosso Salvador. Assim como a perseguição e, finalmente, a morte de Cristo foram tão erradas e injustas, tem havido milhões de injustiças semelhantes perpetradas contra o povo de Deus desde então; mesmo assim, devemos esperar pelo dia dEle, quando endireitará todos os erros e se vingará dos malvados. Isto não significa que, quando um crime é cometido contra um crente, a justiça por meio das autoridades civis não deva ser procurada. Deve! Contudo, com muita freqüência as autoridades se corrompem e devemos esperar que o Juiz do mundo inteiro coloque as coisas nos devidos lugares. A prova principal seria o erro de justiça cometido pelo governo civil na morte de Cristo.

    Um dos pontos principais destas passagens que verificamos é que um crente no Senhor Jesus Cristo não tem que se tornar amargo ou irritado por causa da injustiça que alguém possa ter cometido contra ele, porque o próprio Jesus um dia trará perfeita justiça a este mundo pecaminoso. Ele endireitará todas as coisas. Em vez disso, quando nos fizerem mal ou nos perseguirem por causa de Cristo, poderemos responder com o amor e a graça que Deus em Cristo já nos mostrou na redenção. Temos oportunidade de mostrar-lhes o amor de Cristo. Diz Paulo: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21). Como fazemos isso? Como diz o versículo anterior, devemos ser gentis e benignos para com nossos inimigos, tentando satisfazer-lhes as necessidades. Que maravilhosa salvação temos em Cristo! Ele nos salvou enquanto éramos Seus inimigos e agora nós tratamos nossos inimigos da mesma maneira que Cristo já nos tratou. Maranata!

    Fonte - http://chamada.com.br

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    segunda-feira, 13 de março de 2017

    IGREJA PRIMITIVA X IGREJA ATUAL

    Na Igreja Primitiva, ou seja, a Igreja dos primeiros séculos, os cristãos buscavam a Deus sobre todas as coisas, renunciavam suas próprias vontades pelas de Deus e Sua Obra. Os cristãos primitivos morriam como espetáculo para o mundo, em arenas, Coliseu, das formas mais terríveis: queimados, transpassados, devorados por animais, etc mas não negavam a sua fé em Cristo Jesus.

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    E hoje? Com algumas exceções....
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    O cristão atual nunca lê um capítulo completo: contenta-se em ler um versículo e a partir dele, conforme instruções de seus líderes (que também aprenderam assim), cria uma doutrina própria.
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    O cristão atual tem medo de pensar por si próprio, pois isso demandaria a difícil tarefa de ter que meditar na Palavra e correr o risco de fazer escolhas, e por isso se deleita em ter quem pense por ele. Assim surgem as coberturas espirituais, os ungidos do Senhor que não podem ser tocados ou questionados, os líderes que convencem seu rebanho a votar em determinado candidato nas eleições, a aceitação de qualquer heresia. Afinal, se o Anjo da igreja falou, está falado.
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    O cristão atual tem um objetivo na vida: prosperar. Esse desejo ele tirou do mundo, do qual ainda faz parte embora pense não pertencer mais a ele. Assim, transfere para si os valores do mundo, que são a aparência acima de tudo, o ter em detrimento do ser, o ser bem-sucedido em todas as áreas como prova da vitória de Cristo na cruz. Porém Cristo não morreu para que tivéssemos conforto e segurança, mas para que pudéssemos ser salvos e ter a vida eterna, mas essa interpretação não condiz com o american way of life, que na verdade é o anseio de todos os povos, incluindo o tupiniquim. Não à toa importamos a teologia da prosperidade e muitos modismos, o que vem de fora é melhor do que o que temos, inclusive quando o assunto é Deus.
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    O cristão atual quer comandar, estar adiante, na frente, não ser servo. Quer ser cabeça e não cauda, quer as riquezas dos ímpios, quer o poder terreno, pois crê que o céu é aqui na Terra e enquanto se está vivo. Isso está totalmente na contramão dos ensinos de Jesus, de que importa mais ser servo do que senhor, de que se deve ser o menor.
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    O cristão atual tem uma fé fraca, e para fortalecê-la precisa contar com a ajuda de muletas espirituais. Sal grosso, água benta, sabonete ungido, campanha das 7 semanas, tudo é válido para aguçar-lhe a fé. Seu cristianismo precisa se sincretizar com o paganismo em suas várias formas, pois Cristo apenas não é suficiente. O cristão atual é um neopagão, adora a vários deuses sem se dar conta. Cada amuleto gospel é um ídolo de pedra.
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    O cristão atual diz não negar nunca a Cristo, mas já O nega a cada dia, quando busca os valores inversos aos Seus ensinos. Infelizmente a sutileza dos enganos fez do cristão atual mais um religioso dentre tantas religiões. O cristão atual é tão cego à realidade do Evangelho que considera heresia ensinos sobre desprendimento material, afinal foi-lhe incutido que pobreza é coisa do diabo. O servir é coisa de derrotados; o não se conformar com esse mundo é demagogia, pois vivemos nele. Mudar essa mentalidade demoniacamente construída é quase impossível, só pela obra do Espírito Santo.
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    Como converter um cristão ao verdadeiro cristianismo? Como fazê-lo buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça, e abrir mão das riquezas materiais, se muitas vezes é o desejo de riquezas que o leva aos templos, que prometem restituição financeira a quem segue as regras da denominação? Como convencê-lo de que deve morrer para esse mundo, quando o engano lhe diz que é nesse mundo que se experimenta um pedacinho do céu? Como mostrar-lhe que o Jesus que ele diz venerar não nasceu num palácio, optando por nascer em uma família humilde; que não adentrou em Jerusalém numa carruagem de fogo, mas num jumentinho? Como ensiná-lo a lição do lavapés, da renúncia aos valores materiais, do amor ao próximo como a nós mesmos, se o pseudocristianismo lhe diz que é assim mesmo, que Jesus venceu e que viemos para vencer, numa deturpação completa de Sua Palavra?
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    Realmente é muito mais fácil converter um não cristão que ainda não foi infectado pelo vírus do engano religioso, do que converter um “cristão”, pois a lavagem cerebral que esse recebeu torna o processo doloroso e trabalhoso demais. Reverter esse processo é um verdadeiro trabalho de libertação do Espírito Santo, em nome de Jesus.

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    terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

    História do carnaval: A influência católica e suas origens pagãs e satânicas

    A história do carnaval tem suas origens na Antiguidade, sendo uma festa tradicional e popular que chegou ao Brasil durante a colonização.

    O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.

    A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
    Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

    O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.

    O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.

    As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.

    Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.

    Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.

    A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.
    Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
    Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.
    A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.

    fonte - http://ocorreiodedeus.com.br


    sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

    MINISTÉRIO LIFE - CD PRIMEIROS ANOS VOL.1


    Musicas

    01 - Celebraremos com Júbilo
    02 - Amor
    03 - De Fé em Fé
    04 - Graças te Rendemos
    05 - Não foi em vão
    06 - Que posso eu Fazer
    07 - Ó pão da Vida
    08 - Ele veio ao mundo
    09 - O ministério da cruz
    10 - Canção do espírito
    11 - Como as águas
    12 - Foi Graça
    13 - Profecia
    14 - Nossa Herança
    15 - Seja bendito
    16 - Deus Companheiro
    17 - Irmãos e irmãs
    18 - O meu louvor
    19 - Hosana




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